May 2012
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“— Ficou combinado para hoje?
— Transarmos?
— Sim.
— Ficou. Quintas-feiras. Lembra?
— Parece que terminámos há muito tempo. Mas nem passou uma semana ainda. E já chegou o dia que combinámos que serviria para satisfazermos nossas necessidades.
— Você se refere apenas a sexo. Combinámos ficar amigos.
— Você combinou.
— Mas quem terminou foi você.
— Até parece que eu queria.
— Eu não tinha nada com aquela mulher.
— Não foi o que pareceu, quando vi vocês saindo daquele restaurante chiquérrimo.
— Eu sei que só conseguia olhar para ela, e lembrar como ela não tem o peito firme igual o seu.
— Tarado filho da puta.
— Você nunca se importou com isso.
— Sempre respeitei seu instinto sexual, não me importaria agora.
— Ela não é igual a você. Ninguém é.
— Cale a boca.
— Então, fica para hoje mesmo?
— Claro que fica. Não vim aqui para nada. Meu trabalho fica longe de sua casa, e você sabe bem disso.
— Posso começar então?
— Pode.
— Posso tirar sua roupa que nem antes?
— E como era antes?
— Quando sentíamos amor um pelo outro.
— Então você não transava comigo apenas porque sentia tesão pelo meu peito firme? Era sexo com amor? Cale a boca. Que clichê. Me poupe.
— Sempre te amei.
— E agora não ama?
— Amo.
— Tá esperando o quê para tirar minha roupa, então?
— Não vai falar que me ama?
— Quem disse que eu te amo?
— Consigo ver nos seus olhos.
— Nem tentando ser romântico você consegue tirar essa fome de sexo do olhar.
— Você não teria ciúmes daquela mulher se não me amasse.
— Eu sei.
— Então, você me ama?
— Não sei.
— Sim ou não?
— Sim. E solte minha mão. Tire minha roupa logo.
— Vai ficar comigo?
— Vou.
— Porquê?
— Porque eu te amo.
— Eu te amo mais.
— Idiota, tô esperando faz tempo que você me tire essa blusa.
— Vou tirar. Não aguentaria ficar mais um único dia sem ver seu peito.
— Também te amo.” —
— Transarmos?
— Sim.
— Ficou. Quintas-feiras. Lembra?
— Parece que terminámos há muito tempo. Mas nem passou uma semana ainda. E já chegou o dia que combinámos que serviria para satisfazermos nossas necessidades.
— Você se refere apenas a sexo. Combinámos ficar amigos.
— Você combinou.
— Mas quem terminou foi você.
— Até parece que eu queria.
— Eu não tinha nada com aquela mulher.
— Não foi o que pareceu, quando vi vocês saindo daquele restaurante chiquérrimo.
— Eu sei que só conseguia olhar para ela, e lembrar como ela não tem o peito firme igual o seu.
— Tarado filho da puta.
— Você nunca se importou com isso.
— Sempre respeitei seu instinto sexual, não me importaria agora.
— Ela não é igual a você. Ninguém é.
— Cale a boca.
— Então, fica para hoje mesmo?
— Claro que fica. Não vim aqui para nada. Meu trabalho fica longe de sua casa, e você sabe bem disso.
— Posso começar então?
— Pode.
— Posso tirar sua roupa que nem antes?
— E como era antes?
— Quando sentíamos amor um pelo outro.
— Então você não transava comigo apenas porque sentia tesão pelo meu peito firme? Era sexo com amor? Cale a boca. Que clichê. Me poupe.
— Sempre te amei.
— E agora não ama?
— Amo.
— Tá esperando o quê para tirar minha roupa, então?
— Não vai falar que me ama?
— Quem disse que eu te amo?
— Consigo ver nos seus olhos.
— Nem tentando ser romântico você consegue tirar essa fome de sexo do olhar.
— Você não teria ciúmes daquela mulher se não me amasse.
— Eu sei.
— Então, você me ama?
— Não sei.
— Sim ou não?
— Sim. E solte minha mão. Tire minha roupa logo.
— Vai ficar comigo?
— Vou.
— Porquê?
— Porque eu te amo.
— Eu te amo mais.
— Idiota, tô esperando faz tempo que você me tire essa blusa.
— Vou tirar. Não aguentaria ficar mais um único dia sem ver seu peito.
— Também te amo.” —
Essa é a cara que você faz quando sua mãe ta no seu computador
